Ecossemiótica na Amazônia: clima, cultura e diversidade
Palavras-chave:
Semiótica, Comunicação, Ecologia, AmazôniaSinopse
A obra "Ecossemiótica na Amazônia: clima, cultura e diversidade" foi gestada a partir da crise dos chamados recursos naturais, da emergência climática, da urgência de se repensar nossa relação com o meio ambiente, da premente necessidade de integrarmos as pesquisas nos campos das ciências humanas e sociais aplicadas mais especificamente, das teorias da linguagem e da comunicação aos esforços políticos e sociais que devem dar base e estrutura para uma condição existencial planetária mais sustentável além de mais inclusiva, mais diversa, mais justa e mais responsável. Tudo isso diante de um cenário que combina uma nova economia de dados que reinaugura globalmente uma velha lógica colonial; novas tecnologias que, se, por um lado, viabilizam novas e melhores formas de produzir, necessárias ao contexto da expansão populacional, por outro, poluem, queimam, desgastam mananciais, ampliam desigualdades e fomentam desumanidades; povos, grupos sociais e comunidades em recorrente situação de exclusão, minorização,
silenciamento e extermínio. Juntar Amazônia e semiótica é tratar de tudo isso. É alcançar a dimensão exata do humano como parte de um todo maior. Dimensão necessariamente anti-antropocêntrica, que rompa com as dicotomias divergentes homem-natureza, cultura-natureza.
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