O mundo antigo, o livre falar e o livre pensar
Palavras-chave:
Filosofia da educação, Estudos clássicos, Educação e cultura, AntiguidadeSinopse
Este livro aborda o mundo antigo e sua relação com o livre pensamento e a livre expressão. Os organizadores da obra afirmam que a exigência para toda pessoa preocupada com a própria autonomia moral e intelectual, o livre pensamento, seguido de sua necessária contraparte, a livre expressão, parecem sempre ameaçados, seja pelas necessidades materiais e pelo conformismo das gentes (a quem a reflexão aprofundada incomoda, por instalar lentidão na máquina do mundo, cada vez mais ansiosa por velocidade), seja por algo bem pior: certo tipo de autolimitação ou menoridade, a escolha por não pensar por si e, por consequência, a de ter de falar e declarar o que foi pensado por outro. O pensamento, tal como o entendemos, exige lentidão. E a expressão do pensamento, para acontecer, exige, obviamente, alguém que escute, que queira escutar, que leve em conta o que se escutou antes de, por sua vez, expressar o que se pensa. É essa tensão, porém, que mantém vivo o pensamento, garantindo a liberdade mais tipicamente humana.
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