Yayá: cotidiano, feminismo, doença, riqueza

Autores

Maria Del Carmen Hermida Martinez Ruiz
(Organizador)
Universidade de São Paulo. Centro de Preservação Cultural
https://orcid.org/0000-0002-6496-4760
Martha Marandino
(Organizador)
Universidade de São Paulo. Faculdade de Educação
https://orcid.org/0000-0001-9175-012X
Simone Scifoni
(Organizador)
Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
https://orcid.org/0000-0001-8027-2740
Joana Mello de Carvalho e Silva
(Organizador)
Universidade de São Paulo. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e de Design
https://orcid.org/0000-0001-5108-8186

Palavras-chave:

Patrimônio cultural, Memória, Mulheres

Sinopse

Esta publicação é fruto de minuciosa pesquisa realizada para a exposição Yayá: cotidiano, feminismo, doença, riqueza, inaugurada em 2022 na Casa de Dona Yayá, com concepção, coordenação e curadoria de Simone Scifoni e Martha Marandino — que estavam à frente da direção do Centro de Preservação Cultural da USP — e da educadora Maria Del Carmen Hermida Martinez Ruiz. O objetivo era ampliar as pesquisas anteriores sobre Sebastiana de Mello Freire, conhecida como Dona Yayá, personagem que desperta muita curiosidade entre os visitantes da Casa onde ela morou entre 1920 e 1961, onde está sediado o CPC-USP. As informações sobre quem foi Yayá, como se inseriu e atuou no mundo do qual fez parte vêm sendo recolhidas pelo CPC-USP em registros oficiais, publicações, relatos, notícias e imagens. A partir desta obra, é possível saber mais sobre suas origens, sua família, sua infância, sua juventude e sua vida adulta, além de outros aspectos interessantes desta personagem que pertenceu à elite paulista e que viveu entre o final do século 19 e meados do século 20. Para além de vestígios sobre a sua trajetória, as informações coletadas revelam também alguns dos ideais e hábitos da sociedade da qual a Dona Yayá fez parte e a forma como a cidade de São Paulo cresceu e se transformou ao longo do tempo. Sem a pretensão de ser exaustiva nem definitiva a narrativa que se apresenta neste volume, a partir de fontes, registros e evidências articuladas, entrelaçadas e sintetizadas, nas quatro entradas indicadas em seu título: cotidiano, feminismo, doença e riqueza. A proposta deste Inventário Participativo de Referências Culturais da USP: cotidiano universitário tem origem na inquietação sobre os sentidos das experiências vivenciadas no cotidiano da instituição e seu lugar como patrimônio cultural. A publicação se organiza em duas partes. A primeira, intitulada “Como ler o inventário”, é composta por dois capítulos destinados a apresentar os conceitos, o território e a metodologia adotados para a sua realização. A segunda, intitulada “Referências culturais inventariadas”, é constituída por oito capítulos. Cada capítulo é dedicado a um dos oito eixos do inventário — Estudo e formação; Festas e ritos; Moradia; Percursos e natureza; Políticas e ativismos; Práticas esportivas; Redes de alimentação; Vivências artísticas e sociabilidades —, e conformado por um texto de apresentação do eixo, seguido das fichas de referências-chave e as fichas gerais dos bens inventariados. Estes capítulos foram escritos pela equipe do inventário, fazendo, também por esta decisão, ecoar a diversidade de vozes e experiências que marcaram a sua realização. Esta obra integra o conjunto de Publicações do Centro de Preservação Cultural da USP. 

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Publicado

maio 13, 2025
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Licença

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Detalhes sobre essa publicação

ISBN-13 (15)

978-85-85026-11-0

doi

10.11606/9788585026110