Juventudes, educação climática e ação local para enfrentar a crise climática

Autores

Graciane Simone
(Autor)
Faculdade Integrada da Amazônia
https://orcid.org/0009-0006-6811-3193
Daniel Moura
(Autor)
Universidade de São Paulo. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz
https://orcid.org/0000-0003-3848-3362
Pedro Roberto Jacobi
(Organizador)
Universidade de São Paulo. Instituto de Energia e Ambiente
https://orcid.org/0000-0001-6143-3019
Valeriana Augusta Broetto
(Organizador)
Universidade de São Paulo. Instituto de Energia e Ambiente
https://orcid.org/0000-0003-2792-5866

Palavras-chave:

Crise climática, Políticas públicas, Mudança climática

Sinopse

A crise climática afeta desproporcionalmente crianças e jovens, ampliando desigualdades existentes. Apesar de terem contribuído minimamente para o aquecimento global, as novas gerações enfrentarão seus impactos mais severos, incluindo riscos à saúde, à segurança alimentar e às oportunidades de desenvolvimento. Esta obra aborda o tema "Juventudes, educação climática e ação local para enfrentar a crise climática". Juventudes são altamente engajadas na ação climática, mas ainda sub-representadas nos processos de decisão. Embora jovens demonstrem forte interesse em participar da agenda climática, barreiras institucionais e falta de financiamento limitam sua participação efetiva na formulação de políticas públicas. A educação climática é uma ferramenta estratégica para proteger direitos e fortalecer o protagonismo juvenil. Ao integrar conhecimento científico, valores socioambientais e competências para ação coletiva, a educação ambiental prepara crianças e jovens para atuar como agentes de transformação em seus territórios. Escolas, programas de formação e experiências práticas podem transformar juventudes em lideranças climáticas. Iniciativas como certificação de escolas sustentáveis, academias de justiça climática e programas de voluntariado mostram como educação, participação e ação local podem gerar impactos concretos. Governos locais têm papel central em criar oportunidades para o engajamento juvenil na agenda climática. Ao apoiar programas educacionais, mecanismos participativos e iniciativas comunitárias, municípios podem fortalecer a liderança jovem e acelerar a implementação de soluções sustentáveis. Esta obra integra a coleção Agenda Política Pública.

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Biografia do Autor

Graciane Simone, Faculdade Integrada da Amazônia

Bacharela em Relações Internacionais, com atuação voltada às agendas de mudanças climáticas, justiça climática e cooperação internacional. Possui experiência em educação e engajamento juvenil, com participação em iniciativas como o tmjUNICEF e a Climate Reality Leadership Corps, voltadas à mobilização social e à disseminação de conhecimento sobre a crise climática. Atua como voluntária no ICLEI Brasil na área de gestão do conhecimento, contribuindo para iniciativas relacionadas à juventude e sustentabilidade. Sua trajetória combina educação, comunicação e política climática, com foco no fortalecimento da participação juvenil e na promoção de soluções sustentáveis.

Daniel Moura, Universidade de São Paulo. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz

Contador, especialista em ESG & Sustentabilidade e em Empreendedorismo Social, com atuação na interseção entre educação climática, finanças, governança e formação de lideranças. Atualmente cursa especialização em Gestão Escolar pela USP/ESALQ, com foco em políticas públicas e sustentabilidade na educação. Na Youth Climate Leaders (YCL), atua como Analista de Cursos e Projetos, apoiando processos formativos, articulação de jovens para atuação profissional no setor climático e no planejamento e submissão de projetos. Desenvolve mentoria de carreira e projetos e atua como voluntário no ICLEI Brasil na área de gestão do conhecimento.

Pedro Roberto Jacobi, Universidade de São Paulo. Instituto de Energia e Ambiente

Professor Titular Sênior do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo (IEE/USP). Foi também Professor Titular da Faculdade de Educação da USP. É doutor em Sociologia pela USP e mestre em Planejamento Urbano e Regional pela Graduate School of Design da Harvard University. É membro da Divisão Científica de Gestão, Ciência e Tecnologia Ambiental do IEE/USP.

Valeriana Augusta Broetto, Universidade de São Paulo. Instituto de Energia e Ambiente

Advogada, mestre em direito ambiental e doutoranda em ciência ambiental pela USP e pesquisadora na Resama (Rede Sul-Americana para as Migrações Ambientais) e no Climares (Centro de Pesquisa em Resiliência a Crises e Desastres) do IEE/USP.

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Publicado

junho 18, 2026
COMO CITAR

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Detalhes sobre essa publicação

ISBN-A (26)

978-65-88109-82-3

doi

10.11606/9786588109823