Index da igualdade de gênero nas universidades públicas do estado de São Paulo
Palavras-chave:
Universidades públicas, Carreiras acadêmicas, Igualdade de gênero, São PauloSinopse
O Fórum Paulista pela Igualdade de Gênero nas Carreiras Científicas e Acadêmicas lançou a 1ª edição do Index da Igualdade de Gênero nas universidades públicas do estado de São Paulo (2025). Através de uma análise comparada da presença de mulheres e homens nos diferentes estágios da carreira docente e em cargos de chefia, este estudo oferece um panorama da desigualdade de gênero nas universidades públicas que participam do Fórum (USP, Unicamp, UNESP, UFABC, UFSCar e Unifesp), ao passo que também revela as particularidades desta questão em cada instituição. Esta comparação foi possível graças a um trabalho pioneiro de harmonização entre bases de dados, realizado por um grupo interinstitucional formado por representantes de escritórios de dados, docentes e funcionários técnicos das seis universidades, nos anos de 2023 e 2024, sob a coordenação da professora Fátima L. S. Nunes (EGIDA/USP) e do assessor da Vice-reitoria, Rodrigo Correia do Amaral. Além dos gráficos e tabelas com os dados comparativos, este estudo também oferece uma análise dos sociólogos Nadya Araujo Guimarães e Murilo Marschner, professores da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, sobre o acesso das mulheres ao ensino superior no Brasil e no mundo, desde o fim do século XIX. Nesse capítulo, os autores refletem sobre os desafios de cada período, mas também sobre a capacidade que as mulheres têm demonstrado de enfrentá-los e conquistar espaços nas universidades e no mundo do trabalho. Por fim, a edição inaugural do Index da Igualdade de Gênero nas universidades públicas do estado de São Paulo reúne reflexões por parte das dirigentes universitárias que integram o Fórum a respeito das realidades diagnosticadas pelo estudo. As avaliações das professoras Mônica Schroder e Maria Isabel Mesquita Vendramini Delcolli (respectivamente, Vice-reitora e Pró-reitora adjunta de Planejamento e Desenvolvimento Institucional da UFABC), Maria de Jesus Dutra dos Reis (Vice-reitora da UFSCar), Maysa Furlan (Reitora da UNESP), Maria Luiza Moretti (Coordenadora Geral da Unicamp), Raiane Patrícia Severino Assumpção e Lia Rita Azeredo Bittencourt (Respectivamente, Reitora e Vice-reitora da Unifesp), e Maria Arminda do Nascimento Arruda (Vice-reitora da USP) são uma demonstração de como docentes mulheres em posições de liderança enfrentam as desigualdades de gênero e étnico-raciais nas suas instituições.
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